Nova Geração 298 – Novos Tempos

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Livro dos Espíritos

Segunda Parte – Mundo Espírita ou Dos Espíritos 

Capítulo VI – Vida Espírita 

Questão 240 a 243

Livros
Dos
Espíritos

240. Os espíritos compreendem a duração do tempo como nós?
“Não, e é o que faz com que nem sempre nos compreendais, quando se trata de fixar datas ou épocas.”
Os espíritos vivem fora do tempo, tal como o compreendemos; o transcurso do tempo, para eles, anula-se, por assim dizer, e os séculos, tão longos para nós, são-lhes apenas instantes que se apagam na eternidade, do mesmo modo que as desigualdades do solo se apagam e desaparecem, para aquele que se eleva no Espaço.
241. Têm os espíritos uma ideia do presente mais precisa e mais exata do que nós?
“Quase como aquele que enxerga bem, possui uma ideia mais exata das coisas do que o cego. Os espíritos veem o que não vedes; julgam, portanto, diferentemente de vós; mas, uma vez ainda, isto depende da elevação deles.”
242. Como os espíritos têm o conhecimento do passado? E esse conhecimento para eles não tem limite?
“O passado, quando dele nos ocupamos, é presente; exatamente como te lembras de uma coisa que te impressionou no decorrer do teu exílio. Simplesmente, como não temos mais o véu material que obscurece tua inteligência, nós nos lembramos de coisas que se te apagaram da memória; mas, nem tudo é conhecido pelos espíritos: a começar pela sua própria criação.”
243. Os espíritos conhecem o futuro?
“Isto depende, ainda, do aperfeiçoamento deles; frequentemente, eles apenas o entreveem, porém nem sempre lhes é permitido revelá-lo; quando o veem, parece-lhes presente. O espírito vê o futuro mais claramente, à medida que se aproxima de Deus. Depois da morte, a alma vê e abarca, num piscar de olhos, suas migrações passadas, mas não pode ver o que Deus lhe prepara; para isso, é preciso que ela esteja inteiramente integrada a ele, após muitas existências.”
a) Os espíritos que chegaram à perfeição absoluta têm um conhecimento completo do futuro?
“Completo não é a palavra, pois só Deus é o soberano Senhor e ninguém pode igualar-se a ele.”

Mensagem de encerramento

Queridos filhos e filhas.

Cristo, a luz que nunca se apaga, toque o seu coração neste instante.

Que felicidade, que alegria, já podemos com o Cristo começar a nos desfazer de tantas ilusões infantis que carregamos em nós. O Cristo olha para cada um de nós e pensa: que pena, ainda não está preparado para receber a minha paz em plenitude. Mas também sorri e pensa: mas está a caminho.

Precisamos, filhos e filhas, preparar nossos corações para receber a paz do Cristo. Esta preparação, não é uma coisa fingida de espetáculo, não! É uma preparação que tem, sim, etapas difíceis. É uma preparação que exige silêncio, é uma preparação que requer um aprendizado de algo tão simples e tão difícil: parar, deixar de querer controlar tudo, aceitar que o nosso Mestre está no comando e que o seu poder é inquestionável, que a sua beleza é maravilhosa. E que ele tem um carinho muito particular por nós. Ele é capaz disto! 

Aceitar isto nos momentos de tormenta, aceitar que há seres zelosos preocupados com cada aspecto de nossa vida. É colocar-se em condição, apesar de todos os tumultos externos, de sentir a paz do Cristo.

Os cristãos primeiros não foram para a arena simplesmente para chamar a atenção. Foram porque o Cristo pediu que eles deixassem para vocês, agora, deste momento de transição, a lição necessária. Porque é isto que cada um viverá no mundo. Se sentirá no meio de uma multidão enlouquecida, verá ao seu lado, soldados brutais, feras nervosas e esfomeadas. Esta é a experiência necessária do Apocalipse.

Vocês necessitam considerar isto! E precisam querer, como estes irmãos quiseram aceitar que, apesar de tudo isso, é possível sentir uma paz profunda! Apesar de tudo entorno de si ser caos, ameaça, confusão, agressividade torpe, maldade e perversidade. É possível, plenamente possível, sentir-se em paz. Saber que o Mestre ali está, saber que o Mestre tantas vezes estende as mãos. Dá as mãos e caminha ao seu lado, explicando: olha, tudo isto passa. Eu Vejo o seu futuro glorioso, eu o vejo pleno de paz. Isto, será breve, não durará muito, filhos e terás um futuro maravilhoso. 

Permitamo-nos, então, sermos inspirados pelos verdadeiros cristãos, que foram capazes de renunciar o mundo a tal ponto, que se tornaram aptos de viverem em paz no mundo. 

Renunciar o mundo, filhos, não é viver debaixo da ponte, largar tudo. Não é isto! Renunciar o mundo é viver no mundo, mas não depender emocionalmente dele. Ah… Necessito viver agradando ao meu patrão, preciso viver agradando ao meu cônjuge, preciso viver em função dos caprichos de meu filho, preciso ser aprovado pelos amigos… Não! Ser cristão é viver no mundo, sem ter este peso! 

É viver no mundo, pensando e preocupando-se somente: necessito agradar ao meu Mestre! Preciso agir de tal forma que o meu Senhor, fique feliz comigo. Posso abrir mão da aprovação de todos, mas não posso abrir mão da aprovação do Senhor da vinha.

Filhos, fiquemos em paz. Tenhamos um ano pleno do Cristo em nossos corações. A cada dor, a cada desafio pense: estou abrindo espaço maior em meu ser para que o Cristo viva em mim.

Feliz 2021!

Do amigo espiritual de sempre!

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