Nova Geração Livro dos Espíritos – Questões – 598 e 599 – Individualidade dos animais

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Livro dos Espíritos

Segunda Parte – Mundo Espírita ou Dos Espíritos 

Capítulo XI – Os três reinos

Questões 598 e 599

Livros
Dos
Espíritos

598. A alma dos animais conserva, depois da morte, sua individualidade e a consciência de si mesma?
“Sua individualidade, sim; não, porém, a consciência do seu eu. A vida inteligente permanece em estado latente.”
599. A alma dos animais tem a escolha de encarnar num animal de preferência a num outro?
“Não; ela não tem o livre-arbítrio.”

Mensagem de encerramento

 

Queridos filhos, queridas filhas,

Que o Cristo abençoe a todos nesse instante tão importante que precisamos, sim, muita serenidade. Coragem significa ser capaz de sentir a paz. Esta é a coragem que vocês precisam. A paz verdadeira exige coragem, nunca covardia. E esta é a base de tudo. De compreensão e de desenvolvimento. Por que digo isso? Porque apenas um coração pacífico, o que está se pacificando, é capaz de ampliar esse atributo tão significativo e que espíritas ignoram completamente: a consciência de si mesmo.

Quanto vocês têm trabalhado para ampliar a consciência de si mesmo? Que como sabemos é o principal atributo do espírito. Como vocês têm feito para ampliar essa consciência? Porque para praticar uma caridade profunda é necessária uma profunda consciência de si mesmo. Quantos têm se dedicado, quantos têm investido na ampliação e no desenvolvimento desse atributo? Quantos? E quanto tempo vocês dedicam a isso por dia? Porque espíritas pensam que é inteligência e fica só inteligente, e fica um estúpido com inteligência. Porque o principal atributo é a consciência de si mesmo, não é consciência, como vocês falam “se fingindo de bonzinho”. Não. Consciência de si.

Você sabe quem você é? Você entende os seus próprios atos? Você sabe porque numa situação você reage com covardia fugindo e na outra situação você age com covardia agredindo? E por que não consegue agir com coragem verdadeira, enfrentando e sendo pacífico? Que acontece contigo? Que acontece que fala coisas que se arrepende? O que está por trás disso? Tem consciência do que está por trás disso? Tem consciência porque você comete determinado erros? E, mais importante: tem consciência porque comete determinados acertos? Porque acertar sem consciência às vezes é pior que errar, filhos. Porque para Deus o importante é a intenção. E intenção, óbvio, é consciência. Entende, filho? Que a intenção, que é o principal fiel da balança do julgamento divino, está ligado com consciência.

Um animal pode agredir o outro sem ter maldade, sem nada, está com medo, se defendendo. Mas ser humano tem algo chamado consciência de si. E isso significa, inclusive, também, entre outras coisas que vamos falar depois: intenção. Você conhece tuas intenções? Tem tanta gente entregando sopa com intenções negras, negras. Qual tua intenção? Qual tua intenção quando aperta a mão de alguém? Qual a intenção quando abraça alguém? Qual a intenção quando sorri? Qual a intenção quando diz um não firme? Porque para Deus esse é o fiel da balança, a intenção.

Então muitos se embaraçam porque não estão acostumados a saber a sua verdadeira intenção. Que fazemos? Chega aqui nós mostramos, projetamos a intenção da pessoa na frente dela. Se assusta. Quantos espíritas aí empolgados com a fama chegam aqui diz “ah, fiz muito”, ok. Vamos agora ver tudo o que tu fez, mas também vamos ver qual a intenção. Será que foi verdadeira? Que foi? Você se preocupou quando chegou em casa, depois da tarefa, ou de qualquer coisa que fez, de se avaliar “com que intenção fiz isso? Ah, eu fiz porque era a caridade”. Ok. Com que intenção fez esta caridade hoje? Com que intenção perdoaste? Com que intenção falaste sobre este ou aquele assunto em centro espírita? Com que intenção tomaste essa decisão no teu trabalho? Com que intenção proibiste teu filho de isso ou daquilo?

Entende, filho? Para ser firme e forte tem que ter uma consciência da intenção. “Ah, eu proibi determinada coisa porque eu conheço isso, tenho intenção disso, disso, disso”. Ah, então, avaliou que é verdadeira? Ótimo, seja firme. Mas se viu que a minha intenção não é boa, mas a ação é boa, o que faz? Para a ação? Não, continua com a ação boa, mas enquanto continua com a boa ação muda a intenção ruim para um dia ter um conjunto harmônico. Ação boa com intenção verdadeiramente elevada.

Portanto, filhos, os animais não são julgados, porque quem julga é a consciência de si. Ele não tem consciência de si, então jamais é julgado. Quem julga você? A tua própria consciência. Espíritos amigos o que fazem? Ajudam a tu ver a tua própria consciência. Ou deixam que ao longo dos séculos você precise tanto ver que vai ver, mas é sempre a tua consciência. Como o animal não tem consciência de si mesmo ele não tem culpa, ele não se julga. Entende, filho? Isso é muito diferente para nós, seres humanos, nós temos consciência e isso faz toda a diferença. Porque somos nós que julgamos as nossas ações, porque sempre a gente sabe a intenção, mesmo que não queira saber. Quando a gente busca fica tudo muito claro e é tudo muito bom.

Portanto, aquele que só faz, faz e faz, pode agir bem, mas age como estudamos aqui, como um animal. Que não tem consciência de si. Aquele que faz o bem aperfeiçoando as próprias intenções esse se tornará verdadeiro cristão. Porque não há como ser seguidor do Cristo sem uma ampla consciência de si mesmo. Por isso dizemos: a escolha por tornar-se humano é investir na própria consciência de si e assim servir melhor a Deus em nome do Cristo.

Paz,

Do amigo espiritual de sempre.      

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