Educação Espírita: um Convite à Juventude – 03 – Anjo Guardião e o Resgate das Trevas

Resumo

Nesse encontro – Anjo guardião e o Resgate das Trevas – estudamos como um anjo guardião age em relação  a seu protegido, quando este opta pelo caminho da maldade.

 


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O caso do livro Libertação é muito interessante do ponto de vista da edição emocional.

A capacidade dos anjos guardiões amarem seus protegidos mesmo quando eles se tornam obsessores terríveis. Muitas vezes os indivíduos não se acham merecedores, se sentem excessivamente envergonhados de seus amigos iluminados porque não entendem a capacidade deles em ver a beleza mesmo quando eles fazem as piores coisas.

 

Educação Espírita: um Convite à Juventude 

Módulo 03

Encontro 03 – Anjo Guardião e o Resgate das Trevas

 

Trecho do livro Libertação

“A recém-chegada pronunciou frases de paz, sem afetação, e endereçou-lhe a palavra em tom de infinita ternura: — Irmão Gúbio, agradeço-te o concurso dadivoso. Creio haver chegado, efetivamente, o instante de aceitar-te a ajuda fraterna em favor da libertação de meu infortunado Gregório. Espero, há séculos, pela renovação e penitência dele. Impressionado pelos imensos recursos do poder, no passado distante, cometeu hediondos crimes da inteligência. Internado em perigosa organização de transviados morais, especializou-se, depois da morte, em oprimir ignorantes e infelizes. Pelo endurecimento do coração, conquistou a confiança de gênios cruéis, desempenhando presentemente a detestável função de grande sacerdote em mistérios escuros. Chefia condenável falange de centenas de outros Espíritos desditosos, cristalizados no mal, e que lhe obedecem com deplorável cegueira e quase absoluta fidelidade. Agravou o passivo de suas dívidas clamorosas, trazidas da insânia terrestre, e vem sendo instrumento infeliz nas mãos de inimigos do bem, poderosos e ingratos… Há cinquenta anos, porém, já consigo aproximar-me dele mentalmente. Recalcitrante e duro, a princípio, Gregório agora experimenta algum tédio, o que constitui uma bênção nos corações infiéis ao Senhor. Já lhe surpreendo no espírito rudimentos de necessária transformação. Ainda não chora sob o guante do arrependimento benéfico e parece-me longe do remorso salvador; entretanto, já duvida da vitória do mal e abriga interrogações na mente envilecida. Não é tão severo no comando dos Espíritos desventurados que lhe seguem as determinações, e o colapso de sua resistência não me parece remoto. Nesse instante, notei que a venerável matrona derramava lágrimas discretas, que lhe deslizavam na face como sementes de luz. Parou por alguns momentos, controlada pelas reminiscências dolorosas, e continuou: — Irmão Gúbio, perdoa-me o pranto que não significa mágoa ou esmorecimento… Na pauta do julgamento humano comum, meu filho espiritual será talvez um monstro… Para mim, contudo, é a joia primorosa do coração ansioso e enternecido. Penso nele qual se houvera perdido a pérola mais linda num mar de lama e tremo de alegria ao considerar que vou reencontrá-lo. Não é paixão doentia que vibra em minhas palavras. É o amor que o Senhor acendeu em nós, desde o princípio. Estamos presos, diante de Deus, pelo magnetismo divino, tanto quanto as estrelas que se imantam umas às outras no império universal. Não encontrarei o Céu sem que os sentimentos de Gregório se voltem igualmente para a eterna sabedoria. Alimentamo-nos na Criação com os raios de vida imperecível que emitimos uns para com os outros. Como surpreender a perfeita ventura se recebo do filho amado tão somente raios de forças em desvario?”  

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Diálogo Mediúnico

 

1ª Pergunta: Agradecemos a sua presença, Patrícia. Como primeira pergunta, deve o anjo guardião apontar os erros de seu protegido quando este escolhe o caminho da maldade?

O anjo guardião, minha filha, sempre irá mostrar ao seu protegido quando este está se equivocando. Não necessariamente irá aparecer para ele e pontuar tudo aquilo que o afasta da paz e da harmonia do universo, mas, certamente, irá mostrar por meio de situações e irá inspirar outras pessoas, em comentários diretos ou indiretos, para que ele possa despertar a compreensão quando está tomando atitudes equivocadas.

É muito comum, frequentemente mesmo, que os anjos guardiões inspirem aqueles que estão ao redor de seu protegido. Muitas vezes no meio de uma conversa, de um diálogo casual, o anjo guardião faz com que o interlocutor relembre de uma história, de um ditado, de algo que aconteceu com a sua própria vida e compartilhe com o seu protegido, visando que seu protegido reflita sobre pontos, de sentimento e de ação, que estão em discordância com a harmonia e com a busca da felicidade verdadeira.

Podemos dizer que o anjo guardião sempre mostra, das mais diversas formas, quando o seu protegido está desviando-se do caminho do bem.

2ª pergunta: Quando um espírito opta pela maldade, ele ainda consegue sentir as vibrações de seu anjo guardião?

Podemos dizer que as vibrações do anjo guardião sempre buscam envolver o seu protegido. Porém, é da lei do livre arbítrio que esta assimilação, maior ou menor, mais superficial ou profunda, ocorra segundo a disposição íntima do protegido. Essa é uma lei que está presente em todas as relações com o anjo da guarda.

Quando o indivíduo abre o seu coração, a lei permite que ele sinta em maior intensidade o amor, o amparo e mesmo os avisos do seu anjo guardião. Quando este indivíduo se revolta, naturalmente, a sua percepção irá ser minimizada ou diminuída segundo o grau da sua revolta ou da sua maldade.

3ª pergunta: Como o anjo da guarda lida com a tristeza de ver seu protegido afastando-se do caminho do Bem?

Certamente, é uma tristeza profunda e comovedora observar, que se desvia, aquele que se ama e aquele que o Pai criador designou para que você cuidasse.

Contudo, a tristeza do anjo guardião jamais está mesclada com nenhum aspecto de complexo de culpa ou de autocondenação.

Por outro lado, os espíritos superiores conseguem compreender que a vitória do bem se concretizará mais cedo ou mais tarde.

Portanto, se o desvio do protegido traz amargura e tristeza ao coração do anjo guardião, existem também infinitos consolos, pois quando um espírito compreende a misericórdia das leis do Pai saberá que logo que seu protegido decidir intimamente retornar harmonia e a luz, Deus permitirá a sua atuação mais direta e que, no futuro, ambos sentirão e olharão as experiências infelizes como uma escola abençoada e essas experiências serão utilizadas para o benefício de dezenas de outros espíritos, e acima de tudo, serão os degraus que guiarão ambos a uma felicidade mais plena e mais ampla. Porque, minha filha, a lei de Deus é da Misericórdia.

Quando um espírito superior abre seu coração para uma relação de amor profundo com o seu protegido e o conduz a um patamar evolutivo superior, ele receberá, de forma espontânea, ao longo dos outros milênios futuros, a alegria que ele construiu no coração de seu protegido.

Embora o anjo superior não aja com esse interesse é da lei da Misericórdia, que uma vez que o seu protegido se converta em espírito lúcido e amoroso, por toda a eternidade, ele irá pagar espontaneamente em vibrações de felicidade e gratidão o amor devotado por seu anjo guardião.

Podemos dizer, falando didaticamente, aos corações da Terra, ainda tão viciados na lógica do ganho, que a misericórdia realiza sempre os maiores ganhos. Porque o investimento do amor, por mais que dure milênios, ele sempre trará resultado por um tempo infinitamente superior. E o resultado do plantio do amor é sempre alegria e paz multiplicadas ao infinito.

Portanto, se rude e austera é a tarefa dos anjos guardiões, que amparam espíritos em situações de infeliz maldade, certamente, o pagamento do amor compensará tudo. Porque a ordem do universo é a estrutura da paz e da luz eterna.

4ª pergunta: Pode o anjo da guarda interditar totalmente seu protegido, caso este opte por um caminho contrário as Leis de Deus?

Jamais. Porque cabe ao criador definir todos os parâmetros do universo. E o Criador, uma vez que instituiu a lei do livre arbítrio, apenas ele poderia, falando teoricamente, aniquilar por completo o livre arbítrio da criatura. Ao anjo guardião é permitido sim, interferência significativa, mas, nunca, de forma nenhuma, aniquilar em totalidade o livre arbítrio do protegido.

Como foi observado, no início de nosso encontro, sobre a relação de um espírito verdadeiramente superior com seu protegido, é necessário um convencimento, uma aproximação energética, que depende sempre do espírito do protegido e nunca uma imposição absoluta de seu anjo guardião.

5ª pergunta: É possível ao anjo guardião resgatar seu protegido das regiões inferiores, mesmo que este não queira sair destas regiões?

Se a intenção profunda do indivíduo é permanecer lá, cabe ao anjo da guarda respeitá-la.

O trabalho desenvolvido será mais lento, será um trabalho de verdadeiro convencimento, jamais um trabalho de imposição, porque a luz não se impõe, minha filha, a luz deve brotar de dentro para fora. Nenhuma luz externa será eterna. Toda luz interna será para sempre.

Compreendendo essa realidade, o anjo guardião jamais se apressa em impor uma conduta de luz ao seu protegido, mas sempre se dedica constantemente para que seu protegido permita que a luz do Criador nasça nele, pois essa é a única maneira verdadeiramente segura de se conquistar uma felicidade inabalável.

6ª pergunta: Cabe ao anjo guardião algum tipo de responsabilidade por aqueles que seu protegido prejudicou?

Certamente. Caberá ao anjo guardião ensinar ao seu protegido a reparar em totalidade todos os erros.

Como já afirmamos a missão do espírito guardião é encaminhar o protegido ao Criador e para que isso seja feito é necessário que nenhuma culpa e nenhum erro pese na consciência do protegido.

Portanto, ao anjo guardião cabe o programa de resgate de todos os erros do espírito do protegido. Erros no sentido da maldade consciente e lúcida realizada contra outros irmãos. E assim podeis entender, sem nenhum espanto, que os planejamentos reencarnatórios organizados por um anjo da guarda, frequentemente, atravessam os milênios. São milênios executados com amor e devoção para que o protegido alcance a felicidade plena.

7ª pergunta: Como é a relação entre dois anjos guardiões que têm protegidos que são inimigos?

De amor profundo. Frequentemente, esses espíritos se reúnem, quando falamos de inimizades intensas, para buscar fórmulas e meios, para estudar em quanto tempo será possível desfazer aquela inimizade.

Acompanhamos processos, minha filha, em que os anjos guardiões atuaram em conjunto, ao longo de milênios, para que somente depois os seus protegidos pudessem encontrar-se e superar ódios milenares. Porque, muitas vezes, esses espíritos carregam ódios trazidos de outros planetas e que não apenas uma comunicação ou uma experiência pode fazê-los superar.

Então, estamos diante de planejamentos complexos, porque muitas vezes são espíritos que mobilizaram outros espíritos em seus intuitos de maldade.

Imagine, por exemplo, falamos a título didático, que dois reis são inimigos cruéis e mobilizam centenas de pessoas para prejudicar um ao outro. Após que seja desfeita a inimizade pessoal, deverão ambos trabalhar em conjunto para resgatar todas as pessoas que incitaram a maldade.

Portanto, num caso como esse, o desfazer da inimizade é apenas uma etapa. O desfazer da inimizade será o início da construção de uma amizade pautada, agora, em mobilizar as forças em conjunto para o resgate do mal realizado em separado, de um contra o outro.

8ª pergunta: E se um protegido for vítima e o outro for agressor, como se dá a relação entre os seus anjos da guarda?

Para os espíritos que já compreenderam a realidade divina da criação, minha filha, não há vítima. Sempre a lei de Deus impera. Não há nenhuma possibilidade de anjos guardiões tornaram-se, sequer, menos simpáticos um para com o outro por conta da conduta inferior de seus protegidos. O frequente, o comum, o que acompanhamos diariamente, é o consolo mútuo entre esses espíritos, porque eles sabem o quanto dói ver o seu protegido praticando a maldade. Frequentemente, o anjo guardião da suposta vítima é que consola o anjo guardião do agressor, porque ele compreende, do ponto de vista espiritual superior, sofrer não é problema.

Realizar o mal é o grande problema, é o que traz tristeza ao coração de um anjo da guarda, porque o sofrimento bem suportado, sabemos, todos nós, que conhecemos os postulados espíritas, é a porta aberta a redenção.

9ª pergunta: Como pode o anjo guardião intervir na ação de seu protegido quando este se torna um espírito voltado para o mal?

Caberá um estudo complexo e específico de cada caso. Caberá, muitas vezes, a consulta de grupos de anjos guardiões experimentados nessa tarefa e caberá um planejamento longuíssimo. Quais as brechas do coração do protegido em que eu poderei projetar minha luz?

Não teremos nunca uma definição rígida de ação sempre, minha amiga, será preciso o estudo da personalidade. Por isso, existem tarefas que apenas os anjos guardiões e os espíritos puros estão aptos a desempenhar, porque é necessário conhecer a gênese daquele espírito ao longo de dezenas de milênios, para que com essa compreensão se possa encontrar os melhores meios, técnicas e fórmulas específicas para o resgate de um espírito que opta por tornar-se um líder das trevas.

10ª pergunta: Em algum momento o anjo da guarda se afasta totalmente de seu protegido em definitivo?

Jamais o anjo guardião se afasta totalmente de seu protegido. Haverá sempre uma distância, segundo a disposição do coração de seu protegido, porque muitas vezes o protegido cria barreiras que geram esse afastamento.

Também podemos dizer que jamais um anjo guardião abandona seu protegido. Lembremos: ao espírito superior jamais caberia a postura de revolta contra o Criador do universo.

Portanto, o amor que vincula o anjo guardião ao seu protegido, minha amiga, podemos dizer, sem nenhum exagero, é um amor inquebrantável. Não importa o que um protegido faz, quantas pessoas mate, quantas pessoas ele traga sofrimento e dor, jamais ele será abandonado pelo seu anjo guardião.

Os vossos maiores criminosos jamais foram abandonados por seus anjos guardiões. Não há possibilidade no universo de um abandono total, pleno e definitivo de um anjo guardião por seu protegido.

O que há é um olhar amoroso de espera consciente. O que há é um estudo minucioso das formas possíveis de amparo ao longo dos séculos e dos milênios, e se necessário for, ao longo de dezenas de milênios.

Acompanhamos, anjos guardiões, minha amiga, que amparam seus protegidos ao longo de diversos mundos, pois eles, muitas vezes, são repetidas vezes expulsos desses mundos, por atos de ódio e de crueldade em massa.

Ainda assim, podemos afirmar: jamais existirá um indivíduo que por sua inferioridade não tenha um anjo guardião. Jamais. Isso seria depor contra a misericórdia do Criador.

Ao contrário, à medida em que o anjo guardião vê o seu protegido enfurnar-se nos caminhos do erro e da escuridão, ele buscará sempre mais ajuda e terá acesso ao amparo maior para que consiga equacionar os equívocos de seu protegido, no sentido de criar processos reeducativos para que seu protegido retome ao caminho que leva ao Pai.

11ª pergunta: Você teria alguma história de uma relação anjo-protegido que pudesse compartilhar conosco e que nos ajudasse a melhor entender como um espírito superior acompanha e ampara um espírito que opta pela maldade?

Traremos, para encerrar, um depoimento de um espírito, hoje amigo, ligado a nós por laços de afeto e de carinho para que possamos encerrar, esse encontro, com o depoimento de alguém que, por muito errar, está hoje aprendendo a muito amar.

Portanto, me despeço, desejando a todos reflexões e paz para que os vossos corações se conectem em profundidade aos vossos anjos da guarda.

De vossa amiga e irmã, Patrícia.

Depoimento

O que eu venho dizer aqui hoje é a minha história. Não sou nem de perto nenhum espírito superior, na verdade, eu muito lutei na Segunda Grande Guerra. Estava ao lado dos alemães. No nazismo. E ali pude dar espaço e vazão a todas as crueldades que eu tinha no meu coração. Ali pude manipular e usar o ser humano das formas que a maioria hoje não conseguiria sequer imaginar. Fizemos isso com muita maldade, sempre acobertando tudo como pesquisas científicas e técnicas, como pesquisas que teriam grandes resultados. Mas, em nossos corações, o que nos dava prazer era maltratar, destruir o ser humano, fazer dele objeto de laboratório, cortar das mais diversas formas e sem nenhum sentimento de piedade, de carinho. Utilizamos o corpo do ser humano de uma maneira muito pior do que se utiliza animais de laboratório.

Mas, minha história, como vocês sabem, não terminou com a minha morte. O suicídio que cometi não resolveu nada e muito fiquei vagando.

O que eu quero dizer, apenas, que além de vocês saberem e imaginarem que minha situação ainda é muito ruim se comparado com quem está bem, mas algo me comoveu muito, porque fui resgatado por um espírito, por esse espírito que me trouxe aqui, e depois tive que descobrir algo muito terrível.

Que fui resgatado por esse espírito, porque eu fiz muitas crueldades com o protegido, um espírito protegido dela. E isso foi a minha pior lição, porque ela, ao ir acompanhar o desencarne de seu protegido se compadeceu de mim e, porque mesmo fazendo todas as crueldades, eu tive um pequeno sentimento de, não digo carinho, mas de quase arrependimento. Isso foi o ponto que abri para ser resgatado por esse espírito, e vocês podem se perguntar: e meu anjo guardião? Depois vim descobrir, meu anjo guardião é também esse próprio espírito.

Não sei se me fiz entender, eu e o espírito que eu torturei temos o mesmo anjo guardião. Já tínhamos.

Primeiro descobrir que eu fui resgatado pelo anjo guardião de quem torturei, depois soube que eu também era protegido, quando eu perguntei se eu não tinha anjo da guarda e essa espírito disse: você também é meu protegido.

É muito difícil para mim organizar tudo isso, porque sempre vi pessoas divididas em amigos e inimigos, em pessoas que mereciam ser protegidas e respeitadas e outras que eu poderia fazer o que quisesse.

Mas eu fiquei diante dessa situação. Como entender isso? Esse espírito ama nós dois, protege nós dois, ajuda nós dois, nos ama intensamente: a minha vítima e eu, carrasco.

Esse depoimento vim trazer como parte também da minha recuperação. Para mostrar para vocês o quanto é tolo acharmos que o mundo é dividido de qualquer forma, porque as leis de Deus, a organização da vida verdadeira, quem de fato manda e comanda o mundo, nunca considera isso. Sempre considera que todos somos irmãos, independente de como estejamos em qualquer momento.

Esse é meu depoimento que vim trazer para vocês, que espero que ajude vocês entender que, muitas vezes, agredimos as pessoas que nunca deveríamos agredir, ou melhor dizendo, nunca devemos separar ninguém, porque não sabemos de nada, não temos noção do que é a vida, mas precisamos saber que ela tem uma lógica e que, mesmo sem conhecermos tudo, é muito bom, muito importante seguir essa lógica para que não tenhamos tanta amargura no coração e para que quando começamos ver, nos sintamos alegre e não penalizados por nossa tolice, nossa grosseria emocional e mental.

Assim me despeço, desejando que minha história sirva para vocês.

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