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A multidão e o Cristo

Quando se trata de nossa relação com o Cristo, a influência do grupo que decidimos adotar ( e às vezes, adorar) pode ser brutal no sentido de nos distanciar do Mestre. E, longe deste amigo, nossa felicidade verdadeira, torna-se impossível.

Por que abrir mão da verdadeira alegria?

Nos inferiorizamos para sermos aceitos em uma sociedade infeliz e, assim, abrimos mão da felicidade real. Trocamos a paz e alegria constante pelos elogios entusiasmados, fama superficial, aplausos públicos que geram vazio. Resta a pergunta, vale a pena? Compensa? É o melhor caminho?Às vezes, sabemos que não, mas agimos diferente. Muitas vezes é o complexo de inferioridade. Nos sentimos inferiores e para “esconder” essa dor, nos escondemos de uma forma estranha: tudo fazendo para sermos aceitos, aplaudidos ou pelo menos não condenados.

Assim rejeitamos nossa capacidade de nos curar, de superar nossas dores emocionais, de ser plenamente saudáveis. A mulher que sangrava já tinha sido tratada por todos os médicos e não perdeu a esperança da cura. Ela sabia, não devemos nos abandonar!

É preciso lutar para tocar o Cristo, que simboliza nossa vida plena. Estamos no meio a uma multidão adoecida emocionalmente que raramente reconhece a própria enfermidade. Procuremos nós o Cristo, reconhecendo nossa real situação.