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Exercício semanal

O povo hebreu se forma no mundo com uma missão muito especial: apresentar à Humanidade a compreensão de que Deus é único. Consequentemente, tudo o que fundamenta o comportamento deste povo tem como base a ideia de um Deus universal. Como sempre acontece na Terra e nos mundos atrasados, geramos acertos e erros em nossa caminhada evolutiva. Aqui, por exemplo, Deus, compreendido como único e universal, torna-se parcial, privilegiando apenas um povo, limitado em Sua misericórdia por conta dos preconceitos humanos. Certamente, a origem desta ideia é superior: reservar uma dia para se vincular a Deus. O dia deveria ser  dedicado a reflexões espirituais, conectar-se mais profundamente a Deus é de extremo valor. Porém, o espírito do orgulho e do egoísmo daqueles que mais se preocupam em controlar e mandar do que em servir, perverteu essa ideia. Ao invés de buscar a Deus, os sacerdotes preocupavam-se em vigiar comportamentos externos. Jesus não podia concordar com isso. Os fariseus, por outro lado, sempre estavam a desafiar Jesus, a criar armadilhas e ciladas.

Como Jesus respondia a estas armadilhas e ataques? Essa é nossa pergunta central.

A cena descrita abaixo, por Mateus, é perfeita: mostra a armadilha dos fariseus e a resposta do Cristo.

Tendo partido dali, entrou na sinagoga deles. Estando ali um homem com uma das mãos atrofiadas, perguntaram-lhe, {dizendo} se “é lícito curar no sábado”, para que o acusassem. 

 Eis aqui a cilada!

Ele, porém, lhes disse: Qual dentre vós é o homem que, tendo uma ovelha, se vier a cair num fosso, num sábado, não agarrará e erguerá ela?  Ora, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? Portanto, é lícito fazer o bem no sábado. 

Aqui a resposta intelectual, simples, clara, objetiva.

Então, diz ao homem: Estende a mão. Ele a estendeu, e foi restaurada, {ficando} sã como a outra.  Após saírem, os fariseus formaram um conselho contra ele, a fim de matá-lo.

Aqui a prática. Jesus cura a mão! Não teme as consequências de fazer o bem. Falariam mal dele e, como mostram os textos, tramam matá-lo. É isso que Kardec classifica de coragem serena.

 

Aqueles que lutam por seu crescimento espiritual e emocional precisam dedicar pelo menos um período a cada dia a meditação, reflexão e prece. 

Nossa sugestão é que você reserve de 5 a 15 minutos para esse exercício a cada dia: ouça atentamente o trecho do diálogo de Jesus, feche os olhos e imagine cena, sentindo. Como Jesus falou? Imagine o espanto de todos que assistiram a cena, sinta a alegria do homem e que ficou curado.

Essa meditação é muito importante. Emocionar-se, ligar-se emocionalmente ao Cristo é indispensável para sua cura emocional e espiritual.

Mateus 12 – Cid Moreira – (Bíblia em Áudio)