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Rejeição social do leproso

Rejeição social é quando os outros não gostam de nós. Se não todos, pelo menos a parte da sociedade que para nós é importante.

A rejeição social existe em vários graus, todos já nos sentimos rejeitados socialmente e isso pode gerar em nós uma profunda angústia, medo.

Não ser aceito é um dos medos mais profundos que carregamos em nossos corações há milênios. Desde a época tribal até os dias atuais, o temor íntimo persiste: nos apavoramos com a ideia de não sermos aceitos, de não sermos aprovados pelo grupo que estamos ligados, mesmo que não gostemos dele.

Por que esse comportamento? Por causa de nossa memória antiga. Em sociedades mais antigas, quando se é isolado do grupo, morre-se.

Por isso, é normal que nosso primeiro impulso seja querer ser aceito, fazer parte de um ou de alguns grupos. Mas, isso pode tornar-se um problema, quando a cultura do grupo que optamos fazer parte nos afasta de nossa essência – de Deus.

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É um conflito doloroso: agradar ao grupo ou atender nossas necessidades mais profundas?

Quanto mais elevado um grupo, mais tolerante, mais flexível, mais misericordioso. Quanto mais impositivo, mais autoritário, mais preocupado com valores externos, mais atrasado o grupo é.

Compare o grupo conduzido dos apóstolos, conduzido por Jesus, a um grupo de radicais.

Na Terra, viver a solidão quando se busca valores superiores é um desafio básico de cada um como representa a história dos heróis que sempre são convocados a abandonar os que amam.

Às vezes, nos distanciamos de um grupo que não satisfaz mais nossa necessidade espiritual, às vezes o grupo nos expulsa.

Seja como for, podemos sempre crescer muito com essas experiências.

Após a solidão vivida com consciência, um grupo melhor nos acolherá. Essa é a lei da vida.

Vejamos como Jesus lidou com isso.