Apresentação do grupo Marcos por Ivan de Albuquerque

Paz a todos. O grupo Marcos é o símbolo do trabalho cristão dos que voltam ao mundo com a missão de reviver o cristianismo primitivo. Necessário será – como os primeiros cristãos – enfrentar a zombaria da soberba materialista que se instalou nos corações duvidosos de suas obrigações com o Cristo. Não é apenas ao combate externo ou das tentações sociais que deve enfrentar o novo cristão – o cristão do século XXI – é, também, o combate da inércia nos próprios ambientes do Espiritismo-cristão; mais uma vez a criatura encarnada se acomoda gostosamente as convenções do mundo, esquecendo-se, temporariamente, das convenções de Deus, isto é, das Leis eternas e imutáveis; mais uma vez o Cristo lança mão de seus recursos amorosos no intuito de socorrer aos homens empedernidos no mal e afogados nas vaidades terrenas e rasteiras. Contudo, amigos, não mais se repetirá o ciclo dos vícios que marcaram a história da Terra por milênios, pois se a misericórdia é a marca distintiva do Cristo, a justiça e a renovação devem ser atendidas. Pela última vez, neste planeta, assistiremos os embates da revolta arrogante que se disfarça de sabedoria e do comodismo egoísta que se disfarça de prudência contra a verdadeira misericórdia que se transforma em ação caridosa, em compreensão verdadeira e em consolo para todas as dores.

A educação é vossa porta de acesso ao mundo superior que irá se transformar a Terra. A educação em seu sentido sério, profundo e transformador. A educação que desperta reflexões, às vezes, dolorosas; a educação que induz o educador a avaliar a si mesmo e a agir como cristão ante seus erros e defecções; a educação que ensina a verdadeira abnegação, a renúncia silenciosa; a educação que cristifica a criatura. Aos cultivadores do vazio, que esqueceram sua missão no mundo, alertamos – a hora soou! Calem as críticas apressadas ou levianas; silenciem as discórdias das posições de destaque; orem para que a misericórdia toque vossos corações e vos faça compreender que “o fim dos tempos são chegados” e isso acarreta responsabilidades centuplicadas a todos que se candidataram a participar do “Grande dia do Senhor” conforme a linguagem evangélica. Continue lendo