As mãos do Cristo, uma visão espírita

Paz e alegria em vossos corações, meus amigos amados.

Falemos de Jesus, nosso Mestre tão sublime e tão incompreendido no mundo. Veio o Cristo trazer sua mensagem de paz para todos os corações que desejam vincular-se ao mais alto, que desejam caminhar em direção a Deus, que é a fonte eterna, indestrutível do amor, da paz e da verdadeira felicidade.

Jesus, amigo divino, pedimos sempre o seu amparo. Ele nunca nos faltou. Muitos se distanciam do Mestre, por temerem a sua pureza. Não temam amigos. Jesus deseja tocar os vossos corações. Somente quando o indivíduo reconhece a sua pequenez e a grandeza maravilhosa do Mestre, tendo a humildade de lhe pedir luz e amor, irá crescer verdadeiramente. Jesus nunca humilhou a criatura humana por causa de sua inferioridade. O Mestre nunca menosprezou os pequeninos, nunca maltratou os fracos e sempre se apiedou dos poderosos, que, frequentemente, são os mais necessitados.

Nosso Mestre, caros amigos, amou os doentes, beijou e abraçou os leprosos, se divertiu com as crianças em seus jogos simples e alegres. O nosso Mestre, caros amigos, teve a coragem de servir ao Pai em todas as ocasiões. Nosso Mestre nunca fez acordos para ser aplaudido ou para ter o falso amor social. O nosso Mestre, meus amigos, viveu momentos de profunda solidão. Mas, como poderiam os homens entender aquele que só tinha amor para dar? Muitas vezes o nosso Mestre chorou, chorou apiedado da miséria dos homens, em ver como os homens se iludiam em sua época e se iludem hoje… Por meia dúzia de moeda de ouro ou por meia dúzia de palácios, eles se afastavam de Deus para ter prazeres tão imediatos e para colher amarguras tão longas. O Mestre chorava, porque seu coração ansiou, e anseia, ainda hoje, por ver todos nós alcançando a paz. Mas nosso Mestre, acima de tudo, sorria, o Mestre sorria ao ver a natureza se renovando, o Mestre sorria ao ver as crianças brincando em seus jogos fraternos, o Mestre sorria quando uma alma de boa vontade pedia-lhe ajuda e orientação, porque uma só foi a fonte de alegria de nosso Mestre neste mundo: a alegria de nos ver melhor, a alegria de ver que pouco a pouco compreendemos a lei de Deus. A alegria de entender que, no futuro, todos nos seremos muito felizes.

Neste momento, peço que cada um de vocês, a todos os amigos e amigas que me ouvem, elevem os seus pensamentos e abram seus corações, e permitam que a mão do Cristo possa tocá-los, porque meus irmãos e irmãs, a mão de nosso Mestre tocou feridas fedorentas e as curou. A mão de nosso Mestre ergueu pedras pesadíssimas para socorrer alguém. As mãos de nosso Mestre eram calejadas, porque o seu rosto transmitia o reflexo de Deus e suas mãos refletiam a rudeza do mundo que estava, porque ele nunca parou de trabalhar.

Aquelas mãos que no final da existência estavam pregadas na cruz, eram mãos de quem socorreu os mais sofredores. Eram mãos capazes de reerguer os caídos e de abater os orgulhosos iludidos, para que eles também pudessem encontrar o Pai. Aquelas mãos crucificadas, foram também às mãos de uma criança tenra, que alisava o rosto dos marginais que encontrava no caminho e os faziam chorar, porque aquelas mãos são mãos poderosas e sábias, capazes de extrair de qualquer coração a ternura, o amor e a coragem. Permitam amigos, que essas mãos que ainda existem de uma forma ainda mais sublime, penetrem em vossos corações, porque nosso Mestre prometeu que a todos aqueles que buscassem a ele, ele os converteria e os curaria de todas as doenças interiores.

Tenhamos a convicção de que o nosso Mestre trabalha hoje, por cada um de nós, e um dia, ele quando lançar um olhar compassivo para nossos corações, se os ver, se os sentir aberto, não duvideis, ele irá tocá-los com as suas mãos e nos irá curar eternamente de todas as chagas milenares que trazemos.

Jesus, quando os nossos corações souberem o poder e o amor que tu tens por cada um de nos, nós estaremos curados de todos os nossos vícios.

Mestre sublime, se uma vez abrirmos a nossa alma ao teu amor, nunca mais teremos a sede do que é inferior. Ó Mestre divino, tu viste ter conosco no mundo. E agora sabemos senhor, é a nossa vez de caminhar e devemos de coração aberto ir ter contigo em teu Reino, porque tu nos prometeste que o teu Reino também é nosso e que tu foi antes prepará-lo, preparar a morada do amor para nos acolher.

Irmãos, abramos os nossos corações para Jesus de Nazaré, e nada nos distanciará do amor de Deus.

Muita paz, do vosso amigo e irmão em Cristo, que muito vos ama, e que estará perto de todos aqueles que desejarem uma maior proximidade com Cristo.

Paz.

 

Extraída do PodSim 2 – Jesus de Nazaré. Mensagem de encerramento

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