Família de Adão – Nova Geração – 148

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Capítulo III

III – POVOAMENTO DA TERRA. ADÃO

50. A espécie humana começou por um só homem?

– Não; aquele que chamais Adão não foi o primeiro nem o único a povoar a Terra.

51. Podemos saber em que época viveu Adão?

– Mais ou menos naquela que lhe assinalais: cerca de quatro mil anos antes de Cristo.

O homem cuja tradição se conservou sob o nome de Adão foi um dos que sobreviveram, em alguma região, a um dos grandes cataclismos que em diversas épocas modificaram a superfície do globo, e tornou-se o tronco de uma das raças que hoje o povoam. As leis da Natureza contradizem a opinião de que os progressos da Humanidade, constatados muito tempo antes de Cristo, se tiverem realizado em alguns séculos, como o teria de ser, se o homem não tivesse aparecido depois da época assinalada para a existência de Adão. Alguns, e com muita razão, consideram Adão como um mito ou uma alegoria, personificando as primeiras idades do mundo.


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Gênese

Raça adâmica

38. De acordo com o ensino dos Espíritos, foi uma dessas grandes imigrações, ou, se quiserem, uma dessas colônias de Espíritos, vinda de
outra esfera, que deu origem à raça simbolizada na pessoa de Adão e, por essa razão mesma, chamada raça adâmica. Quando ela aqui chegou, a Terra já estava povoada desde tempos imemoriais, como a América, quando aí chegaram os europeus.
Mais adiantada do que as que a tinham precedido neste planeta, a
raça adâmica é, com efeito, a mais inteligente, a que impele ao progresso todas as outras. A Gênese no-la mostra, desde os seus primórdios, industriosa, apta às artes e às ciências, sem haver passado aqui pela infância espiritual, o que não se dá com as raças primitivas, mas concorda com a opinião de que ela se compunha de Espíritos que já tinham progredido bastante. Tudo prova que a raça adâmica não é antiga na Terra e nada se opõe a que seja considerada como habitando este globo desde apenas alguns milhares de anos, o que não estaria em contradição nem com os fatos geológicos, nem com as observações antropológicas, antes tenderia a confirmá-las.

(…)

Rigorosa lógica, com os fatos a corroborá-la da maneira mais peremptória, mostra, pois, que o homem está na Terra desde tempo indeterminado, muito anterior à época que a Gênese assinala. O mesmo ocorre com a diversidade dos troncos primitivos, porquanto demonstrar a impossibilidade de uma proposição é demonstrar a proposição contrária. Se a Geologia descobre traços autênticos da presença do homem antes do grande período diluviano, ainda mais completa é a demonstração.


A Caminho da Luz

QUATRO GRANDES POVOS

As raças adâmicas * guardavam vaga lembrança da sua situação pregressa, tecendo o hino sagrado das reminiscências. As tradições do paraíso perdido passaram de gerações a gerações, até que ficassem arquivadas nas páginas da Bíblia. Aqueles seres decaídos e degradados, a maneira de suas vidas passadas no mundo distante da Capela, com o transcurso dos anos reuniram-se em quatro grandes grupos que se fixaram depois nos povos mais antigos, obedecendo às afinidades sentimentais e linguísticas que os associavam na constelação do Cocheiro. Unidos, novamente, na esteira do Tempo, formaram desse modo o grupo dos árias, a civilização do Egito, o povo de Israel e as castas da Índia.
Dos árias descende a maioria dos povos brancos da família indo-europeia; nessa descendência, porém, é necessário incluir os latinos, os celtas e os gregos, além dos germanos e dos eslavos.
As quatro grandes massas de degredados formaram os pródromos de toda a organização das civilizações futuras, introduzindo os mais largos benefícios no seio da raça amarela e da raça negra, que já existiam.
É de grande interesse o estudo de sua movimentação no curso da História. Através dessa análise, é possível examinarem-se os defeitos e virtudes que trouxeram do seu paraíso longínquo, bem como os antagonismos e idiossincrasias peculiares a cada qual.

 

  • Nota do Autor Espiritual (Emmanuel) Por aqui sabemos que a história bíblica de Adão e Eva é uma metáfora, em que Adão, não sendo um homem, simboliza uma população – aquela parcela rebelde de Capela (representada pelo paraíso Éden) exilada na Terra.


Mensagem Encerramento

Queridos filhos e filhas, que Jesus nos abençoe os esforços para que consigamos entender com o coração a beleza do universo. E não conseguiremos entender e nos deslumbrar com a grandeza da obra de nosso Pai, se não formos humildes alunos deste grandioso espírito que Jesus enviou a Terra para educar a humanidade sofredora e cega espiritualmente.

Posso dizer a vocês que o espírito encarnado ou desencarnado enxerga de maneira profunda com os símbolos. Nosso Mestre nunca abandonou a linguagem dos símbolos. Não sejam arrogantes em pensar que o Cristo usava símbolos porque aquelas pessoas eram ignorantes. Não! Ele não aprofundou os símbolos, porque, sim, as pessoas eram ignorantes. Mas a linguagem do Mestre é ainda e permanecerá, quando se comunica com todos nós, simbólica. Ou vocês acham que quando estamos vendo o Cristo não estamos vendo a Deus? Ele não é Deus, mas ele para mim simboliza Deus de forma extraordinariamente bela e complexa que não dá para falar.

Filhos, não pensem que símbolo é coisa do passado e não direi que símbolo é coisa do futuro. Ele é eterno! Não simboliza algo para vocês quando olham para o céu e veem composto por estrelas, como a cruz? Não sejam arrogantes, filhos, e não sejam tolos. Não sejam arrogantes em desprezar os símbolos, levianos em achar que todos os símbolos são interpretados de forma superficial. Esse é o problema. Se nosso Mestre não amasse os símbolos, não teria falado e utilizado tanto deles. Se nosso Mestre não amasse símbolos, não permaneceria, hoje, utilizando símbolos para a humanidade.

Toda arte é um lidar com símbolos, e toda a ciência avançada é um lidar com os símbolos. Vocês pensam que cultura científica não tem símbolos, porque são tolos. Vocês quando olham para um desenho, para uma representação de computador de um átomo acham que estão vendo um átomo? Vocês não tem capacidade de ver átomo, tudo o que todos os cientistas encarnados veem é símbolo de átomo. Vocês nunca viram uma molécula completa de DNA e sua interação com RNA. Nunca! O que vocês veem é símbolo! Se vocês forem capazes de se dar conta disso, mudarão porque não temos como ensinar saber espiritual a quem é incapaz de compreender em profundidade os símbolos.

O Mestre se comunicava com símbolos. Vou dar um exemplo conhecido, porque sei que muitos agora estão com o coração agitado a me ouvir: quando o Cristo se materializa para Paulo, que chora por não saber como realizar a própria missão, o Cristo diz: utilizai forças do espírito. Não é isso um símbolo? É uma das coisas que Paulo entende é que ele tem que usar a carta. Se o Cristo não amasse os símbolos diria: Paulo, meu filho, escreve para as comunidades. O Mestre ama os símbolos, diz: usa o poder do espírito. Não é um gosto, é uma sabedoria divina, porque ao dizer: usa a força do espírito, dizia: usa a carta, mas não só a carta. Quando escrever, vibra força também do espírito. Quando o problema for sério, envia a carta, dorme e vai em espírito explicar ao espírito que vai recebê-la. Reúne a comunidade que vai receber a carta, em sonho, e explica. Qual a linguagem melhor? Envia a carta ou usa força do espírito? Qual linguagem ensina mais? Qual a linguagem ensina mais? Qual linguagem é mais útil e prática? Filhos, digo de uma vez por todas: os tolos que fecharem seu entendimento sobre a compreensão dos símbolos do Cristo ficarão de fora da compreensão do Mestre, incapazes serão por um ato de maldade e rebeldia.

Que o Cristo, que é o símbolo do cordeiro e da luz, fique em nossos corações para sempre.

Muita paz, do amigo espiritual de sempre.

 

um comentário

  1. Os símbolos sempre foram necessários para que o conhecimento se adeque a realidade de cada tempo, a essência fica a mesma mas a profundidade da interpretação cresce continuamente de acordo com nossa evolução moral… Deus sempre nos manda mensagens, precisamos pacificar nossos corações para puder entende-las.

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