PodSim-99 Lembrar Para Curar

Resumo

Nessa edição conversamos sobre o método de regressão conhecido como DMP – Deep Memory Process – do psicólogo e Phd inglês Roger Woolger. No final, tivemos uma  bela mensagem que nos incentiva a aplicar em nossas vidas a metodologia desenvolvida por Allan Kardec, uma metodologia científica e de ética para nossa conduta diária.


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PodSim-98 Fraternidade entre Povos

PodSim-98 Fraternidade entre Povos

 

Resumo

Conversamos sobre o conceito espírita de individualidades coletivas e como estas individualidades formam diferentes povos ao longo do tempo, como por exemplo Roma torna-se Grã-Bretanha e Estados Unidos da América.

Na mensagem final foi destacado como nosso plantio de fraternidade pode ampliar nossa capacidade de compreensão e nos preparar para uma vida social que inclua civilizações de outros planetas.

 


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PodSim 95 – Magnetismo e Depressão

Resumo: O magnetismo na atualidade é um poderoso instrumento para ajudar na cura da depressão. O estudioso espírita Jacob Melo possui uma ampla pesquisa de sua aplicação em  milhares de pessoas e dedica-se a formação de milhares de magnetizadores no Brasil e no exterior.


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PodSim 94 Ano Novo

Resumo: Esse é o momento em que avaliamos nossa caminhada dos últimos doze meses. Trouxemos algumas reflexões que podem ajudar em sua avaliação e apresentamos de forma um sucinta nossa avaliação do ano do Grupo Marcos.

Feliz 2017!!!

 



 


 

Significação do Ano Novo para a concepção espírita

Importância da medida relativa do tempo no processo de evolução espiritual do homem – Uma lição de “A Gênese”

Encontramos no capítulo sexto de A Gênese, de Allan Kardec, esta curiosa definição: “O tempo é apenas uma medida relativa da sucessão das coisas transitórias”. Devemos então desprezar o tempo, não nos importarmos com as convenções do calendário? O fim do ano, por exemplo, nada mais seria do que um limite convencional, sem maior significação para a vida humana? “Nem o tempo nem o espaço existem, para o homem que conhece o eterno”, afirmou o pensador indiano Khrishnamurti. Os espíritas e os espiritualistas em geral, que conhecem a eternidade da vida e a imortalidade da alma, não deveriam levar em consideração as medidas relativas de espaço e de tempo?

Todo esse capítulo sexto de A Gênese, a que nos referimos, trata dos problemas fundamentais de espaço, tempo, matéria, espírito, criação e vida. E se nos mostra a relatividade de nossos conceitos, também nos demonstra a importância do relativo, no processo de nosso desenvolvimento espiritual. Trata-se do famoso capítulo sobre uranografia geral, recebido do espírito de Galileu, pelo astrônomo e médium Camille Flammarion, na Sociedade Espírita de Paris, entre 1862 e 1863. Kardec o incluiu em A Gênese, sob a orientação do Espírito Verdade, como um dos pontos essenciais do livro.

Conhecemos a concepção do Universo como estrutura tríplice, que nos é dada no capítulo segundo de O Livro dos Espíritos.

O Universo se constitui de dois elementos fundamentais: espírito e matéria, subordinados ao poder supremo de Deus. Assim, a trindade universal, como assinala Kardec, é esta: Deus, Espírito e Matéria. No citado capítulo sexto de A Gênese vamos encontrar a apreciação dos conceitos de espaço e tempo, em função dessa mesma concepção do Universo. Ambos nos são apresentados como formas conceptuais e, portanto, finitas, condicionadas à relatividade dos sentidos humanos, daquilo que poderíamos chamar o “imenso infinito” da realidade superior que nos escapa.

Esquematizando o problema, para torná-lo mais compreensível, podemos expô-lo assim, dentro da própria explicação do texto:

1º) O Universo, na sua constituição tríplice, é infinito em todos os sentidos: tanto espacial, quanto temporal e conceptual.

2º) O espaço é apenas a medida relativa da extensão, qualidade perceptível da imensidade. Quer dizer: existe a imensidade, da qual percebemos a extensão, que nos permite formular o conceito de espaço.

3º) O tempo é apenas a medida relativa da sucessão das coisas, na duração, que é a qualidade perceptível da eternidade.

Quer dizer: existe a eternidade, da qual percebemos a duração, que nos permite formular o conceito de tempo.

4º) Imensidade e Eternidade, como aspectos do Absoluto, que mal podemos imaginar, pertencem à Realidade superior, ao plano supremo da Criação, onde conseguimos intuir a presença de Deus.

A medida do tempo, que nos leva a marcar os dias, os meses e os anos, embora convencional, tem, portanto, uma realidade que a fundamenta. Contando os anos, estamos contando a nossa percepção do fluir da duração na eternidade, da mesma maneira por que, contando os quilômetros, estamos contando o fluir da extensão na imensidade. E tanto o tempo quanto o espaço são reais para nós, em nossa condição de seres que vivem no mundo do relativo.

Não podemos viver sem contá-los, sem levar em consideração a existência real do espaço e do tempo.

Mas o que importa, do ponto de vista espírita, é compreendermos a relatividade das coisas, de maneira a nos servirmos delas como necessidades imediatas, sem transformá-las em realidades absolutas. O espaço e o tempo devem ser, para nós, que conhecemos o Eterno, instrumentos de compreensão da Realidade superior, e não formas de apego à realidade transitória. Foi isso que Jesus ensinou, ao declarar que aquele que se apegasse à vida perdê-la-ia, mas aquele que a perdesse encontrá-la-ia. Porque se apegar à vida é ligar-se inteiramente aos conceitos relativos de espaço e tempo, considerando a passageira encarnação terrena como a única forma de vida, depois da qual só existe a morte.

Mas desapegar-se da vida é compreender a sua relatividade, a sua natureza transitória, e por isso mesmo aprender, com os ensinos de Jesus, a utilizá-la como simples meio de progresso espiritual, para a nossa ascensão a uma vida maior. Cada ano que finda, em nossa existência temporária na Terra, é uma fração do tempo que usamos, bem ou mal, em nosso processo evolutivo. O fim do ano é assim uma oportunidade para avaliarmos o nosso bom ou mau uso do tempo, realizando o balanço de nossa vida, da mesma maneira porque as empresas comerciais procedem ao seu balanço anual de atividades, lucros e perdas. É tão errado pensarmos que o fim do ano nada significa quanto lhe atribuirmos excessiva importância. O ano chega ao fim: pensemos no que fizemos durante o seu transcurso e vejamos o que podemos fazer de melhor, no decorrer do novo ano. Mas, se verificarmos que perdemos o ano que finda, não nos desesperemos.

Temos pela frente um novo ano, ainda intacto, como um presente do Eterno, para o nosso desenvolvimento na duração.

Extraído do Livro O Infinito e o Finito, de J. Herculano Pires, editora Correio Fraterno ABC

PodSim 93 Natal

Resumo: Jesus é o Senhor da Compaixão, sua mensagem como a de Buda, Francisco de Assis e de Allan Kardec – Seus discípulos espirituais – aponta para um único Caminho, Paz na Terra instalada por meio  da compaixão, da boa vontade para com todos os seres humanos.




Natal

“Glória a Deus nas Alturas, paz na Terra e boa vontade para com os homens.” (Lucas, 2:14)

As legiões angélicas, junto à Manjedoura, anunciando o Grande Renovador, não apresentaram qualquer palavra de violência.

Glória a Deus no Universo Divino.

Paz na Terra.

Boa vontade para com os Homens.

O Pai Supremo legando a nova era de segurança e tranqüilidade ao mundo, não declarava o Embaixador Celeste investido de poderes para ferir ou destruir.

Nem castigo ao rico avarento.

Nem punição ao pobre desesperado.

Nem desprezo aos fracos.

Nem condenação aos pecadores.

Nem hostilidade para com o fariseu orgulhoso.

Nem anátema contra o gentio inconsciente.

Derramava- se o Tesouro Divino, pelas mãos de Jesus, para o serviço da Boa Vontade.

A justiça do “olho por olho” e do “dente por dente” encontrara, enfim, o Amor disposto à sublime renúncia até à cruz.

Homens e animais, assombrados ante a luz nascente na estrebaria, assinalaram júbilo inexprimível…

Daquele inolvidável momento em diante a Terra se renovaria.

O algoz seria digno de piedade.

O inimigo converter-se-ia em irmão transviado.

O criminoso passaria à condição de doente.

Em Roma, o povo gradativamente extinguiria a matança nos circos.

Em Sídon, os escravos deixariam de ter os olhos vazados pela crueldade dos senhores. Em Jerusalém, os enfermos não mais seriam relegados ao abandono nos vales de imundície.

Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e, revelando-a, transitou vitorioso, do berço de palha ao madeiro sanguinolento.

Irmão, que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anjos, recorda que o Mestre veio até nós para que nos amemos uns aos outros.

Natal! Boa Nova! Boa Vontade!…

Estendamos a simpatia para com todos e comecemos a viver realmente com Jesus, sob os esplendores de um novo dia.

Extraído: Fonte Viva. Emmanuel, psicografia Francisco Cândido Xavier, editora Feb.